Dispositivo, acaso e criatividade – por uma estética relacional do webdocumentário

O artigo apresenta reflexões do filósofo Vilém Flusser como
contribuições para o esforço criativo de uma estética relacional do webdocumentário.
Assim visto, o campo surge como um pensamento imagético marcado pelo engajamento
político e estético, no qual a indeterminação e o corpo são fundamentais no processo
criativo. O webdocumentário HighRise (Katerina Cizek, 2010-2013) ilustra o cruzamento
de Flusser com as abordagens de Bergson e Deleuze sobre a imagem.

 
PAZ, André ; SALLES, J. (2013), Dispositivo, acaso e criatividade – por uma estética relacional do webdocumentário. Doc On-Line: revista digital de cinema documentário, v. 14, p. 33-69.

 
Lien vers l’article : http://www.doc.ubi.pt/14/dossier_andre_paz.pdf

Novas formas do documentário: o documentário interativo

Com o desenvolvimento das mídias digitais, novas formas do cinema documentário vieram a existir, entre elas o documentário interativo. Este artigo procura desenvolver elementos estéticos para colaborar com a compreensão deste gênero emergente. A partir de conceitos elaborados principalmente por Gilles Deleuze e Henri Bergson e do estudo de casos de documentários interativos, serão abordados em particular os problemas da imagem, da definição e de uma taxonomia no campo do documentário interativo.

 
SALLES, J. (2014), Novas formas do documentário: o documentário interativo. Revista Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual, v. 6 (6).

 
Lien vers l’article : https://rebeca.socine.org.br/1/article/view/154

Brasil, mostra a sua cara: Aproximações ao cenário brasileiro de documentários interativos

Nos últimos anos, surgiu uma ampla e diversa gama de produções internacionais de narrativas interativas não ficcionais, que utilizam mídias digitais e exploram a transversalidade de linguagens e plataformas. Acontecem em um território híbrido, entre reportagem na web, documentário, arte interativa, netart, games, instalação. Têm sido chamadas de webdocumentário, documentário interativo, living documentary. Em parte, essas obras têm sido reconhecidas em festivais internacionais de documentário, como o IDFA, e incorporadas à pesquisa acadêmica em centros de referência internacional, como o MIT Open Documentary Lab. No Brasil, algumas obras surgiram nos últimos anos, mas a produção artística e a pesquisa acadêmica ainda não têm acompanhado esse cenário promissor. Este ensaio apresenta aproximações ao cenário brasileiro contemporâneo de documentários interativos, orientado pela perspectiva de uma estética relacional, que vem sendo desenvolvida pelos autores em um projeto de pesquisa mais amplo sobre o campo.

PAZ, André ; SALLES, J. (2015), Brasil, mostra a sua cara: Aproximações ao cenário brasileiro de documentários interativos. Doc On-Line: revista digital de cinema documentário , v. 18, p. 130-165.

 
Lien vers l’article : http://www.doc.ubi.pt/18/dossier_5.pdf

L’incertitude dans l’utilisation des médias géolocalisés: Étude de deux applications reliées à la mobilité urbaine

À partir de la différentiation entre les pratiques stratégiques et tactiques, développée par Michel de Certeau (1990), et du concept de l’espace hybride (De Souza et Silva, 2006; Nova, 2009), ce travail distinguera les différents rapports à l’incertitude lors du déplacement en milieu urbain par les utilisateurs des médias géolocalisés, notamment par l’étude de deux applications pour appareils mobiles, Foursquare/Swarm et Walking the Edit.

 
SALLES, J. (2015), L’incertitude dans l’utilisation des médias géolocalisés: Étude de deux applications reliées à la mobilité urbaine. Netcom, v. 29 (1-2), p. 13-36.

 
Lien vers l’article : http://journals.openedition.org/netcom/1843

La diversité dans les médias interactifs: vers une société créative

Comment affirmer la diversité dans la création et la recherche en médias interactifs ? À partir de l’œuvre The Machine To Be Another, il s’agira d’étudier les possibilités pour la création indépendante dans les médias interactifs et de porter un regard sur la scène montréalaise. Enfin, d’après les travaux de Manning & Massumi et Kiyindou, on identifiera des éléments pour la construction d’une société créative.

SALLES, J. (2016) La diversité dans les médias interactifs: vers une société créative. TicArtToc, v.7, p.40 – 43, 2016

Liens vers l’article : https://www.erudit.org/fr/revues/ticarttoc/2016-n7-ticarttoc03196/86462ac/